
A aposentadoria é um momento da vida muito aguardado, mas ela também pode representar muita dor de cabeça ao segurado. Isso porque, é comum que o INSS contabilize somente os períodos descritos no Cadastro Nacional de Informações Sociais – CNIS. Mas, nem sempre esse documento representa a realidade do período contributivo. Os erros mais comuns […]
A aposentadoria é um momento da vida muito aguardado, mas ela também pode representar muita dor de cabeça ao segurado. Isso porque, é comum que o INSS contabilize somente os períodos descritos no Cadastro Nacional de Informações Sociais – CNIS.
Mas, nem sempre esse documento representa a realidade do período contributivo.
Os erros mais comuns envolvem:
Isso porque, essas atividades geralmente não estão documentadas no CNIS. Por consequência, não contabilizam tempo e nem salário de contribuição.
Razão pela qual, é essencial que o segurado apresente toda a documentação envolvendo seus vínculos de trabalho ou atividades autônomas, como uma forma de prevenção de possíveis reduções em sua Renda do Benefício.
Para isso, você terá duas opções:
1 – Dar entrada sozinho:
Neste caso, além de simular a aposentadoria e ir atrás da documentação pertinente, você ainda terá que: analisar se todos os documentos estão corretos; protocolar a aposentadoria com toda a documentação que lhe seja favorável; com a concessão, conferir se o INSS analisou os documentos corretamente e se considerou os salários que você de fato recebia.
2 – Contratar um advogado previdenciário
Um profissional capacitado poderá fazer todo esse trabalho de análise e requerimento por você, assim a tão sonhada aposentadoria não irá virar uma “dor de cabeça”.
Larissa Marghoti dos Santos – OAB/SC 63.521
Advogada Parceira da Sventnickas Advocacia
Voltar